sexta-feira, 19 de março de 2010

Livro Vermelho registra aumento das espécies brasileiras ameaçadas de extinção

As espécies da fauna brasileira ameaçada de extinção representam hoje três vezes mais que o número divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em 1989. Este é o registro da edição lançada, em novembro, pelo órgão ambiental. O “Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção” traz uma lista de 627 espécies de animais em situação de risco. A cerimônia de lançamento contou com a presença do ministro Carlos Minc, da secretária-executiva do MMA, Izabella Teixeira, da secretária de Biodiversidade e Florestas, Maria Cecília Wey de Brito, do presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Rômulo Mello, e do presidente do IBAMA, Roberto Messias. Minc e Rômulo Mello assinaram portaria que define procedimentos e atribuições do MMA e do ICMBio quando da atualização de Listas Nacionais Oficiais de Espécies Ameaçadas de Extinção.

Os livros vermelhos trazem as descrições das espécies consideradas sob ameaça de extinção e servem para alertar os tomadores de decisão, especialistas e opinião pública quanto às conseqüências sobre o patrimônio genético do planeta. As Listas Nacionais Oficiais de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção constituem a base dos livros vermelhos e são consideradas importantes ferramentas para a conservação dessas espécies. Por meio delas, são concebidos os programas de recuperação das espécies ameaçadas, as propostas de implantação de unidades de conservação, as medidas mitigadoras de impactos ambientais e os programas de pesquisa. Com as listas, é possível identificar como as ações humanas afetam a possibilidade de extinção das espécies.

Ameaça
As listas de espécies ameaçadas também referenciam a aplicação da Lei 9605/98, de Crimes Ambientais. De acordo com o Artigo 15, entre as circunstâncias que agravam a pena, quando não constituem ou qualificam o crime, está o ato de atingir espécies ameaçadas, listadas em relatórios oficiais das autoridades competentes.

A edição em dois volumes reúne dados sobre a biologia, distribuição geográfica, presença em unidades de conservação, principais ameaças, estratégias de conservação, indicações de especialistas e de núcleos de pesquisa e conservação envolvidos com as espécies.

Das 627 espécies, 618 estão classificadas em três categorias de risco de extinção - "criticamente em perigo, em perigo, e vulnerável". Outras nove espécies estão em uma das duas categorias de extinção: "extinta e extinta na natureza".

A análise geográfica revela que a ameaça não está distribuída de forma homogênea no território nacional. Os biomas Mata Atlântica e Cerrado respondem por mais de 72% das espécies da lista, com um total de 458 espécies. Mais de 60% das espécies presentes na lista estão distribuídas na Mata Atlântica.

Para o ministro Minc, o desmatamento, a expansão do plantio de soja e o modelo predador de ocupação territorial são responsáveis pelo aumento do número de espécies ameaçadas. Segundo ele, é preciso haver um esforço de toda a sociedade para reduzir o número de espécies da lista. O ministro anunciou a intenção de somar esforços com Fernando Haddad, da Educação, para que todas as escolas brasileiras recebam um exemplar do Livro Vermelho.

Confira no quadro alguns dados registrados no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção.

Regitros da Lista Oficial das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção:


  1. Em 15 anos o número de espécies ameaçadas triplicou.
  2. 627 espécies estão em situação de risco (618 espécies estão em uma das categorias de ameaça - "criticamente em perigo, em perigo, vulnerável").
  3. Nove espécies figuram em uma das duas categorias de extinção (extinta ou extinta na natureza).
  4. Os vertebrados correspondem a 67% do total de espécies ameaçadas. Aves e peixes correspondem a 50% do total de espécies brasileiras ameaçadas.
  5. Os insetos correspondem ao terceiro grupo com mais espécies na lista de ameaçadas (pouco mais de 15% do total).
  6. Mamíferos apresentam a maior parcela de espécies ameaçadas em relação ao total de espécies no país (cerca de 10% das espécies de mamíferos brasileiras estão na lista).
  7. 7% das espécies de vertebrados do país estão ameaçados de extinção.
  8. 79% das espécies na atual lista de ameaça não estavam presentes na lista anterior (correspondente a 489 espécies).
  9. 79 espécies foram retiradas da lista de ameaçadas.
  10. Os biomas Mata Atlântica e Caatinga apresentam mais de 22% de espécies na categoria "criticamente em perigo".
  11. Os biomas Pantanal e Cerrado possuem as maiores proporções de espécies na categoria "vulnerável".

http://www.olaonline.com.br/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=211

Livro de Bolso sobre as Florestas do Brasil

FLORESTAS DO BRASIL em resumo - Dados de 2005 - 2009

As florestas brasileiras desempenham, por meio da oferta de uma variedade de bens e serviços no âmbito nacional e mundial, importantes funções sociais, econômicas e ambientais. Ocupam cerca de 61,5% do território brasileiro e estão distribuídas por biomas com características particulares. Proporcionam, desse modo, abrigo para a fauna, conservação dos recursos hídricos, produtos florestais madeireiros e não madeireiros, conservação da biodiversidade e do solo, estabilidade do clima e uma gama de valores culturais.

A conservação e o manejo de nossas florestas para a produção racional de bens e serviços de forma sustentável é um desafio e também uma oportunidade para toda a sociedade. A quantificação de sua extensão, qualidade e importância socioeconômica, por meio de informações atualizadas e confiáveis, é um aspecto importante para a valorização de nossas florestas.

Florestas do Brasil - Em Resumo proporciona uma visão concisa e atualizada sobre as florestas brasileiras, naturais e plantadas, assim como sobre a sua importância para o país. É baseado em dados obtidos de fontes nacionais produzidas pelos principais atores envolvidos na gestão, uso e conservação de nossos recursos florestais.Acreditamos que este livreto será de grande utilidade para todos aqueles que se interessam pela conservação e pelo manejo dos recursos florestais do Brasil.

Antônio Carlos Hummel
Diretor-Geral do Serviço Florestal Brasileiro

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Lei dos Resíduos Sólidos passa na Câmara e empresários comemoram

Publicado por Victor Tagore
em 17 de março, 2010
Fonte: www.cdn.com.br

O projeto de lei que cria o marco regulatório sobre os resíduos sólidos no País foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília, e agora segue para o Senado. Empresários comemoraram e destacaram a importância do projeto. “Foi um momento histórico. O esforço do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais – e do SOS Mata Atlântica terá um reflexo gigantesco de inclusão social. Ganha a sociedade, o meio ambiente e o Brasil”, afirma o presidente da Tetra Pak, Paulo Nigro. “Era a vontade de 43% do PIB privado de nosso País”, completa ele. A votação foi acompanhada por Roberto Klabin, presidente do LIDE Sustentabilidade e da Klabin S.A.

Nota nossa:
Essa lei sempre combatida por muitos porque implicará responsabilidade ao setor produtivo sobre as embalagens e outros produtos que são jogados no lixo, por exemplo: Garrafas PET, embalagens de de Shampoo, caixas de leite e etc.

Chorume

Chorume, não, não é nenhum super-herói de desenho japonês, antes que você imagine. E sim, um terrível vilão em questões ambientais. O Chorume é um dos resíduos perigosos mais tóxicos dos aterros sanitários. Um líquido preto que pode contaminar por centenas de anos um lençol freático, caso não seja tratado. Conforme pesquisa do site Canal Ciência :

“Chorume” é um líquido percolado, que é produzido pela infiltração da água das chuvas e pela degradação de compostos que percolam através da massa de lixo aterrada, carregando materiais dissolvidos ou suspensos ”.

Este monstrinho que é formado pela mistura de água, com outros inúmeros resíduos que vão para o seu lixo, é responsável pela contaminação do solo e da água dos aterros sanitários. A pesquisa mostra também que o Chorume pode entrar na cadeia alimentar, caso ele consiga chegar aos lagos, rios e o mar e logo após poderá ser encontrado em peixes. Caso este peixe seja consumido por seres humanos há enormes possibilidades desta contaminação ter consequências inimagináveis.

Como não se sabe a composição correta deste líquido é impossível prever os resultados desta contaminação. A contaminação também pode chegar até você através das verduras e legumes, caso este líquido chegue aos córregos que são usados para irrigação de lavouras.E aí você me pergunta o que eu posso fazer contra isso? Bom! Quanto mais sólidos e recicláveis for o seu lixo, melhor! se conseguir separar todo o seu lixo reciclável dos dejetos orgânicos melhor ainda.


Você também pode combater o Chorume, com simples passos:


  1. Não jogue comida no lixo! Faça compostagem
  2. Separe o resíduo domiciliar dos recicláveis;
  3. Separe as pilhas e baterias. Elas são um veneno para o solo;
  4. Separe os resíduos de óleos de cozinha e produtos químicos e leve à algum centro de reciclagem;
  5. O óleo de cozinha é ótimo para diversas finalidades, você pode encontrar uma facilmente
    A separação das cascas de frutas, legumes e verduras é importante para fazer biofertilizante. É ótimo, ele fornece nutrientes para as plantas

De tudo isso, sei que é impossível determinar o fim destes aterros (por enquanto), mas nem tudo são tristezas. Estes aterros sanitários também produzem Biogás, que pode virar combustível par a gerar energia nas termelétricas, mas isso fica para outra matéria.

Este são apenas alguns passos que você pode seguir para ajudar a combater o Chorume, e agora só depende de você combater este vilão, que além de vilão também é um ótimo adubo caso você faça de forma adequada. Aqui demonstramos como é possível fazer biofertilizante para suas plantas e por aqui como fazer uma Horta Orgânica em Casa.

http://www.dicasverdes.com/2009/04/chorume-o-grande-vilao-do-lixo/

Conama aprova resolução que define estágios da vegetação em campos de altitude

19 / 03 / 2010

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou nesta quarta-feira (17) proposta de resolução que define parâmetros para os estágios sucessionais da vegetação nos campos de altitude. A medida vai facilitar os processos de licenciamento ambiental para exploração de atividades nessas áreas. "Esses parâmetros conjugados vão permitir uma análise mais sólida dos processos de licenciamento", destacou a secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante o primeiro dia de reunião do colegiado.
A determinação de regulamentação da lei pelo Conama estava prevista na Lei da Mata Atlântica (11.428/06). Com a regulamentação dos estágios sucessionais dos campos de altitude o conselho conclui a última etapa para que se possa operar a lei, esclareceu João de Deus, diretor de Florestas do MMA. "Fechamos a regulamentação sobre todos os tipos de vegetação da Mata Atlântica com a definição de parâmetros para os estágios sucessionais dos sistemas de florestas, restingas e, agora, campos de altitude". Bons exemplos desse tipo de vegetação são o Pico da Bandeira, na divisa do Espírito Santo com Minas Gerais; e o Pico das Agulhas Negras (foto), no Rio de Janeiro.
Em decorrência de desmatamentos ou exploração excessiva, as áreas florestais hoje existentes no Bioma Mata Atlântica se apresentam em diferentes estágios sucessionais de regeneração ou recuperação. As florestas com características primitivas, aquelas que nunca foram exploradas, são raras e representam apenas uma pequena parte dos 7,84% de remanescentes, percentual insuficiente para garantir a conservação da biodiversidade, dos serviços ambientais e dos processos ecológicos no longo prazo.
O valor biológico e ambiental das florestas secundárias ganha ainda mais importância numa situação extrema como é a da Mata Atlântica. As florestas secundárias também podem proporcionar diversos produtos como lenha, folhas, frutos, ervas medicinais e plantas ornamentais. Elas são de extrema importância para o equilíbrio da paisagem e para o desenvolvimento do ecoturismo.Com a resolução aprovada pelo Conama ficam definidos parâmetros para se avaliar se a vegetação está em estágio primário de conservação ou, no caso de estágio secundário, se está na fase inicial, média ou avançada de regeneração.
Pilhas e baterias -
Na reunião desta quarta-feira (17/3), a primeira de 2010, o Conama também aprovou a revogação do parágrafo único do art. 16 da resolução, referente a pilhas e baterias, garantindo assim a entrada desses materiais importados no Brasil, sem prejuízo da fiscalização do Ibama. (Fonte: MMA)

quinta-feira, 18 de março de 2010

Novo protocolo da gripe A orienta doadores de sangue

18/03/10
O novo protocolo do Ministério da Saúde (MS) sobre a vacinação contra a gripe A preconiza que as pessoas que receberam a vacina não podem fazer doação de sangue durante 48 horas. Por isso, a direção do Hemoal em Maceió e Arapiraca, estão apelando aos doadores que antes de tomar a vacina procurem o Hemoal.

O Hemoal funciona na rua Jorge de Lima, no bairro Trapiche, próximo ao Estádio Rei Pelé, e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. Aos sábados, o atendimento para doação acontece das 8h às 12h, assim como no Hemoal Arapiraca, cuja sede está situada na rua Geraldo Barbosa Lima, no Centro de Arapiraca.

As doações também podem ser realizadas durante as coletas externas, cujo cronograma pode ser acompanhado pela imprensa ou no www.saude.al.gov.br/hemoal . Informações também podem ser obtidas por meio da Central de Atendimento ao Doador, que atende no telefone 3315-2109, de segunda a sexta, das 7h às 18h, e no sábado, das 8h às 12h.

Para ser um doador voluntário de sangue é necessário ter idade superior a 18 anos, 50 kg e apresentar um documento de identificação com foto. Além destes pré-requisitos, o candidato também não pode ter contraído doença de Chagas, Aids, sífilis e hepatite após os 10 anos. Em se tratando das gestantes e lactantes não é permitida a doação e, no caso dos doadores que irão repetir o procedimento, estipula-se um prazo de dois meses para os homens e três para as mulheres.

Vacinação —
Segundo o Cronograma de Vacinação estabelecido pelo Ministério da Saúde (MS):
De 22 deste mês até 2 de abril, será realizada a vacinação para as gestantes, crianças com seis meses de vida a menores de dois anos e pessoas com doenças crônicas, exceto idosos.

A partir de 5 de abril até o dia 23, devem ser imunizadas as pessoas saudáveis com idade entre 20 a 29 anos.
De 23 de abril até 7 de maio, o público alvo são os idosos com mais de 60 anos e portadores de doenças crônicas.
De 10 de maio até o dia 21, devem ser imunizados àqueles que estejam na faixa etária dos 30 aos 39 anos.
por Agência Alagoas

Projeto vai digitalizar obras raras do século 19 sobre a Amazônia

18 / 03 / 2010

Centro de referência em pesquisa sobre a Amazônia, o Museu Paraense Emílio Goeldi, baseado em Belém, no Pará, foi escolhido como uma das sete instituições que terão parte de seu acervo raro digitalizado e publicado na internet. O nome do projeto é tão extenso quanto sua ambição - o Digitalização e Publicação Online de Coleção de Obras Raras Essenciais em Biodiversidade das Bibliotecas Brasileiras pretende disponibilizar ao público cerca de 2 mil livros, mapas e documentos de valor histórico para a comunidade científica até o fim de 2013.
Na prática, internautas poderão ver as páginas de publicações centenárias sobre a Amazônia, algumas das quais guardadas a sete chaves no Museu Goeldi. Hoje, são livros restritos que só podem ser analisados por pesquisadores. Alguns dos mais importantes documentos são os boletins lançados periodicamente pelo museu sobre os trabalhos científicos em andamento, desde o século 19.
Quando a primeiríssima edição deste boletim foi lançada, em 1894, as regras de ortografia eram bem diferentes das atuais. Tanto que o título do "Boletim do Museu Paraense de História Natural e Ethnographia, Ano I Tomo I" trocava a letra "f" pelo "ph". Hoje, a publicação tem outro nome: "Boletim de Ciências Naturais do Museu Paraense Emílio Goeldi".
"O sistema de impressão naquela época também não era como o de hoje e Emílio Goeldi (Emílio Augusto Goeldi, 1859-1917, zoólogo suíço que trabalhou no museu e depois deu nome a ele) chegou a levar algumas obras para serem impressas na Europa", diz Aldeídes de Oliveira Camarinha, coordenadora de informação e documentação do museu.
Livros de autoria do próprio Goeldi, como o "As Aves do Brasil", de 1894 a 1900, também serão digitalizados. Outros livros selecionados para o projeto são o "Arboretum Amazonicum" e o "Álbum de Aves Amazônicas", todos publicados entre 1900 e 1906.
Democratização -
"São obras valiosíssimas, com impressão gráfica rara", explica Maria Astrogilda Ribeiro, coordenadora do projeto dentro do museu e funcionária do Ministério da Ciência e Tecnologia. "Vamos democratizar o uso dessas obras, no Brasil, por meio da Biblioteca Virtual de Biodiversidade, que está sendo criada dentro do Ministério do Meio Ambiente.
"Segundo Aldeídes, o museu já tem cerca de 22 mil documentos indexados para consulta digital em base, e ainda não existe estimativa sobre sua publicação online. As primeiras obras do Goeldi contempladas pelo novo projeto deverão estar na rede já em 2011. "O detalhe é que o Goeldi foi a única instituição fora do eixo Centro-Sul a ser inserida no projeto", lembra ela.
Unidas ao acervo contemplado pelo projeto, as obras do Goeldi integrarão a Scientific Electronic Library Online (SciELO), parte da Biodiversity Heritage Library, um consórcio internacional de instituições de pesquisa que pretende digitalizar todas as obras relacionadas à biodiversidade no mundo, principalmente as mais antigas.
No Brasil, o projeto é coordenado pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme) e pelo Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), e ainda recebe apoio do Ministério do Meio Ambiente.
Além do Goeldi, também serão contempladas pelo projeto as seguintes entidades: Biblioteca do Instituto de Biociências da USP, Instituto de Botânica do Estadão de São Paulo, Instituto Oswaldo Cruz, Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Biblioteca do Ministério de Planejamento, Biblioteca do Museu Nacional do Rio de Janeiro e Biblioteca de Zoologia da USP. (Fonte: Globo Amazônia)